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Caminhada para idosos: um ótimo exercício para envelhecer melhor

Caminhar entre duas horas e meia e cinco horas por semana pode ser o caminho da longevidade

A caminhada para idosos pode ser um santo remédio! Um estudo publicado na revista Live Science revelou que idosos que caminham aproximadamente duas horas e meia a cinco horas por semana podem envelhecer melhor. Além disso, estes idosos estão menos propensos a morrer mais cedo, inclusive com menor probabilidade de terem problemas cardíacos ou respiratórios e podem até diminuírem o risco de câncer. O levantamento foi feito com 140 mil pessoas norte-americanas, incluindo idosos com idade entre 65 e 74 anos.

Por mais que a caminhada em si não seja um grande exercício físico, seus benefícios são grandiosos:

  • Aumenta e melhora a circulação sanguínea;

  • Protege e deixa o pulmão mais eficaz;

  • Deixa a depressão mais longe;

  • Deixa o cérebro mais ativo e saudável;

  • Mantém o peso e ajuda no equilíbrio.

O estudo também recomenda que os médicos devem instruir aos idosos a praticarem a caminhada, mesmo que em um tempo menor do que as duas horas e meia semanais.

Caminhar com cuidado e responsabilidade

Um outro estudo, realizado por Rita Guedes, coordenadora de Fisioterapia da UniBH, aponta para o cuidado de caminhar e conversar ao mesmo tempo, pois, idosos com mais de 65 anos, sofrem mais risco de quedas. Rita chegou a essa conclusão após colocar idosos com esta idade ou idade superior para andarem sobre um tapete com quase 20 mil sensores, captadores de velocidade dos passos e o tempo em que os pés tocavam ao chão.

Ao caminharem em silêncio, apenas concentrados em seus passos, a caminhada corria normalmente. No entanto, ao serem questionados durante a caminhada, sobre assuntos triviais da vida, o jeito de andar mudava.

De acordo com Rita, caminhar é ótimo, mas devemos lembrar que os idosos, muitas vezes, têm um desgaste na visão, no equilíbrio e até na concentração.

Ter companhia e segurança são importantes

O estudo norte-americano e mesmo o realizado pela UniBH, no entanto, apontam a importância deste ato ser feito com o maior cuidado. Afinal, a queda em idosos com mais de 65 anos, costuma ser frequente. Por isso, é recomendado que o idoso faça suas caminhadas acompanhado de alguém próximo e que também tenha um sensor de quedas.

Caso o idoso caia, o sensor de quedas dispara automaticamente emitindo um alerta, ao mesmo tempo que uma chamada de emergência é feita para pessoas previamente cadastradas. Desta forma, mesmo que o idoso não consiga apertar o botão de emergência, o sensor em formato de pingente, avisa que aquele idoso caiu.

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Angélica Soller

Angélica Soller

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